Dicas

Materiais para Acabamento

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Evitar comprar materiais da moda, dê preferência aos tradicionais, além de serem mais baratos, são mais fáceis de repor.

Pisos de cimento queimado colorido podem substituir mármores e granitos em locais que pedem resistência a um custo baixo. Se não for bem executado, o piso pode rachar paredes internas não precisam de reboco, podendo-se pintar diretamente o tijolo aparente com látex, economizando massa e mão de obra. Nas paredes externas é possível aplicar um reboco feito com areia naturalmente colorida, que custa o preço do reboco normal e não precisa de pintura. Para maior garantia, pode-se fazer uma proteção com silicone.

Materiais de acabamento nobre mais baratos podem ser encontrados, junto aos fornecedores, em promoção ou sobras.

Seguir a linha da parede no assentamento de pisos e azulejos consome menos peças a colocação na diagonal requer mais recortes, implicando em mais material para cobrir a mesma área.

Os azulejos não precisam ir até o teto as meias-paredes podem receber um barrado colorido para complementação.

Evitar esquadrias desnecessárias, pois, individualmente, elas costumam ser os itens mais caros da obra. Elementos vazados podem eventualmente substituir algumas delas sem prejuízo da iluminação ou ventilação.

No entulho da obra podem existir materiais que podem ser reutilizados (por exemplo, pedriscos que sobram a cada peneirada de areia podem virar um caminho no jardim).

Se possível, utilizar peças de linha, em tamanho-padrão, para gabinetes, pias e espelhos.

Fonte: Construção e Reforma

Estocagem

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Observar o prazo de validade de materias como o cimento. Não deve ser armazenada muita quantidade nem com muita antecedência (a planilha ajuda essa programação).

O material deve estar protegido da chuva, vento e outras intempéries. A areia e o cimento têm que ser cobertos, a madeira em local abrigado e com ventilação. Evitar deixar materiais em caixas de papelão ao relento.

Evitar construir no período mais chuvoso de sua região.

Fonte: Construção e Reforma

Contratação de Mão-de-Obra

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Preferencialmente, somente chamar profissionais conhecidos ou indicados por amigos ou parentes se possível, é bom ver um trabalho pronto.

Utilizar uma equipe que normalmente trabalha para o seu arquiteto ou engenheiro pode ser mais cômodo, mas nem sempre sai mais em conta. Caso outros operários competentes e de confiança sejam conhecidos, verificar com o profissional responsável pela obra se não há empecilhos, fazer a cotação com os dois grupos e então decidir.

Quando se tem um empreiteiro, é ele o responsável pela contratação e pagamento de encargos trabalhistas. Se a administração da obra não contar com esse profissional, é importante estabelecer uma relação contratual por escrito com os operários, especificando o tipo de serviço que se espera deles, o prazo e o valor. Não se deve esquecer de recolher o INSS dos trabalhadores, caso contrário esse valor terá que ser acertado de uma só vez ao requerer o Habite-se à prefeitura, evitando problemas com a Justiça do Trabalho.

Determinar uma forma de pagamento baseada na produção, estabelecendo assim que o pagamento da mão-de-obra ficará condicionado ao cumprimento de determinadas etapas e prazos.


ACOMPANHAMENTO

é importante acompanhar de perto a obra para ter certeza de que o planejamento está sendo cumprido e de que não há desperdícios.

Caso isso não seja possível, deve-se escolher um profissional competente e de confiança para tanto.

 

Fonte: Construção e Reforma

Projetando e Planejando

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PROJETO

É altamente recomendável investir na contratação de um arquiteto ou engenheiro civil, informando a este profissional o quanto se pretende gastar com a construção.

Revisar o projeto e esclarecer todas as dúvidas até o fim. É muito mais fácil e barato solucionar erros e pedir mudanças na fase do projeto do que derrubar paredes durante a obra.

O telhado é um dos itens mais caros da construção mansardas e outros recortes no desenho da cobertura representam mais custos de material e mão de obra
concentrar banheiros e cozinha numa mesma área permite otimizar o uso da tubulação hidráulica necessária.

Sobrados geralmente custam menos que casas térreas com o mesmo telhado cobre-se o dobro de área construída, além de utilizar-se praticamente o mesmo tipo de fundação a construção de ambientes como adega e salão de jogos somente devem ser previstos caso sejam realmente utilizados.
Uma planta cheia de recortes dificulta a execução do serviço, requer mais material e representa mais área de pintura.

Recortes em pisos de cerâmica, azulejos e outros materiais de acabamento (para assentamento nos cantos) são fonte de desperdício, pois dificilmente é possível aproveitar as sobras.

Ambientes projetados com dimensões adequadas às medidas-padrão desses materiais evitam essas perdas.


PLANEJAMENTO

depois que o projeto estiver completamente definido é necessário um planejamento da obra.

Elaborada em conjunto com o profissional responsável pela obra, uma planilha pode registrar a ordem de execução dos serviços, duração e custo de cada fase da obra, evitando-se gastos com mão-de-obra e/ou materiais não necessários no momento.

O fluxo de caixa deve ser controlado para não correr o risco de parar a obra por falta de dinheiro (obra demorada é sempre mais cara). Anotar na planilha todos os gastos e sempre guardar recibos e notas fiscais, pois eles serão úteis para declaração do Imposto de Renda e para enfrentar eventuais problemas legais.

Mesmo que os materiais de acabamento ainda não tenham sido escolhidos, devem ser anotadas na planilha especificações dadas por quem fez o projeto, como tamanho, espessura, tonalidade, classe de abrasão e nível de absorção de água das cerâmicas, o mesmo valendo para outros itens, como madeira e carpete, poupando tempo na hora de pesquisar e comprar.

Fonte: Construção e Reforma

Compra do Terreno

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Se possível, escolher um terreno plano, o que representará menos gastos com terraplanagem e fundações.

Para avaliar o solo, é importante contratar uma empresa de sondagem; caso o resultado apresente um solo de boa resistência superficial, será possível utilizar uma fundação tipo sapata corrida (uma laje armada horizontalmente, de 50 a 60cm, em valas de aproximadamente 1 metro de profundidade), que consome menos concreto.

Em um lote acidentado é possível fazer terraplanagem, mas a necessidade de fazê-la ou não será definida pelo projeto arquitetônico, que pode tirar proveito da inclinação ou dos acidentes naturais do lugar.

Para terrenos em declive, uma solução pode ser a utilização de uma estrutura independente.

Fonte: Construção e Reforma